É tempo de saudar a terra, a nossa biologia, nossos organismos.
É tempo de dizer OI para a vida com entusiasmo, com amor e com alegria.
Encarar as dificuldades com medo, respeito e garra!
É tempo de dizer não ás mazelas da sociedade
É tempo de dizer não ao sofrimento, não à impossibilidade...
Você pode achar mil motivos pra odiar, mas enquanto houver um para amar, ele deve ser valorizado à ponto dos motivos para odiar não passarem de imaturidade...
Saudações à chuva e ao sol, à noite e ao dia...
Saudações ao quente e ao frio, ao mosquito barulhento e ao silêncio ensurdecedor
Saúde à vida! Ela está esperando por você... com um sorriso bem grande!
Enquanto os homens pensam nos homens, as mulheres nas mulheres...
As crianças vivem sua inocência despidas do ego e do orgulho, vivendo a vida intensamente, e é por isso que você reles mortal sente tanta saudade da infância... Porque vivia INTENSAMENTE!
Esqueça a vergonha, a aparência, a timidez, o medo...
Seja grato à si mesmo sem motivos, apenas feche os olhos e agradeça a si mesmo.
Eu disse: A SI MESMO!
Deixe a onda de amor próprio tomar conta de ti e da tua vida...
É como um calor que te faz suar frio...
É sentir o peito quase rasgar no meio de tanta euforia
Respire... Respire... Respire bem fundo...
Abra os olhos
Siga em frente
Você é o senhor da sua vida, do seu destino.
Amém!
sexta-feira, março 11, 2011
terça-feira, março 08, 2011
Oh Céus...
Hoje vi um céu estrelado maravilhoso, várias vezes fechei os olhos por uns segundos e abri repentinamente como se tirasse fotos com a minha câmera ocular...
O susto ao me deparar com um céu estrelado era sempre o mesmo, pasmava com a imensidão diante dos olhos, a imponência dos feixes de luz, a quantidade!
Travei dias de diálogo à fio sem trocar uma sequer palavra, apenas um respirar mais profundo já expressava a imensidão que observava. Eis que surgem os pensamentos humanos e refinados, e o questionamento no momento era:
"Onde foi parar a nossa inocência?"
Onde? Nos programas de TV, nos livros escolares, nas bíblias e rituais, na política, no dinheiro, no capital e seus instrumentos...
Por que passamos tantos anos longe do que nos faz bem? Dos minutos de reencontro diário consigo? Os minutos de religação consigo... A religião... A fé...
A extratificação social sempre existiu, desde os primórdios do homem civilizado (homem civilizado é uma piada de mau gosto hoje em dia), mas creio que a forma mais agressiva foi o capitalismo pelo capitalismo, não se tem mais raças, apenas senhores e servos. Senhores estes, tão soberanos no capital que tornam-se servos do capital.
Isso é pra ti senhor da mansão bonita, e pra ti rapaz do casebre de madeira... Vivam o que há dentro de vocês, vivam o que realmente são! Humanos! Sejam super heróis, sendo super humanos...
Outra questão é...
O susto ao me deparar com um céu estrelado era sempre o mesmo, pasmava com a imensidão diante dos olhos, a imponência dos feixes de luz, a quantidade!
Travei dias de diálogo à fio sem trocar uma sequer palavra, apenas um respirar mais profundo já expressava a imensidão que observava. Eis que surgem os pensamentos humanos e refinados, e o questionamento no momento era:
"Onde foi parar a nossa inocência?"
Onde? Nos programas de TV, nos livros escolares, nas bíblias e rituais, na política, no dinheiro, no capital e seus instrumentos...
Por que passamos tantos anos longe do que nos faz bem? Dos minutos de reencontro diário consigo? Os minutos de religação consigo... A religião... A fé...
A extratificação social sempre existiu, desde os primórdios do homem civilizado (homem civilizado é uma piada de mau gosto hoje em dia), mas creio que a forma mais agressiva foi o capitalismo pelo capitalismo, não se tem mais raças, apenas senhores e servos. Senhores estes, tão soberanos no capital que tornam-se servos do capital.
Isso é pra ti senhor da mansão bonita, e pra ti rapaz do casebre de madeira... Vivam o que há dentro de vocês, vivam o que realmente são! Humanos! Sejam super heróis, sendo super humanos...
Outra questão é...
sexta-feira, março 04, 2011
Cada coisa em seu lugar...
"Queremos a viver a vida inteira de uma só vez e esquecemos que é uma vez só que vivemos a vida inteira." (VIAPIANA, R.)
sexta-feira, janeiro 14, 2011
Passagens
"Sou aquele quadro abstrato no fundo do depósito da galeria, apreciado por poucos loucos que nunca mais voltarão lá." (VIAPIANA, R.)
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